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Viajar sozinho ou viajar com companhia?

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Na vida, entre aquilo a que nos propomos fazer profissionalmente, a dedicação à família e as amizades, há-que encontrar tempo para viajar. Esta forma de conhecer outras realidades e de criarmos novas memórias em cada destino, acaba por nos fazer sentir parte do mundo e isso é impagável.

Por algum motivo, muitos são aqueles que aproveitam o Réveillon para “pedir” viagens nas próximas férias e que não passam um ano sem andar de avião.

A questão que se coloca é, afinal será melhor viajar sozinho ou com companhia? De facto, gostos não se discutem, sendo que ambas as maneiras proporcionam experiências diferentes.

“Se viajares sozinho vais conhecer muita gente. Se viajares com outra pessoa vais conhecer alguma gente. Se viajares com três ou mais pessoas, vão-se conhecer bem uns aos outros.”

Viajar sozinho versus viajar acompanhado

VIAJAR SOZINHO

Significa manter-se em estado de alerta e, por isso, estar mais predisposto a interagir com as pessoas locais, assim como outros viajantes “solitários”, e quem sabe criar novas amizades. Por outro lado, terá mais tempo para refletir na vida em jeito de introspeção.

Viajar com a liberdade de ir onde e quando quiser, trará oportunidades de conhecer locais novos e experimentar coisas diferentes ao seu ritmo. Seja ir a um local inusitado ou fazer alguma atividade radical, por exemplo.

Estar sozinho também pode levá-lo a economizar em situações como as refeições, dado que é natural optar por menus mais simples e menos dispendiosos.

VIAJAR ACOMPANHADO

É um facto que ao viajar na companhia de uma pessoa especial (por exemplo, em lua-de-mel), um familiar ou um amigo, ou quem sabe um grupo, vai ter com quem partilhar os momentos empolgantes e torná-los ainda mais especiais.

 

Em particular nas refeições, ter com quem conversar, trocar impressões sobre determinado prato ou novos sabores, torna-se mais relaxante para quem está num país novo. O mesmo se aplicará a ter com quem fazer atividades em conjunto.

Nas viagens com outras pessoas, a ideia é partilhar ou dividir custos, e por isso torna-se possível economizar no alojamento e em certas deslocações, a título exemplar.

Seja qual for a sua escolha, conhecer um novo destino sozinho ou acompanhado revelam-se duas opções válidas, que devem ser contextualizadas de acordo com a sua realidade e vontade.

Afinal, tão importante quanto enriquecer a alma com viagens, é fazê-lo de forma inesquecível. Em caso de dúvida, já diz o ditado popular que “antes só do que mal acompanhado”.

QUAL O MEU PRÓXIMO DESTINO?

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