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Turismo consciente para proteger o Dragão Komodo

Top Atlântico / Atualizado a

Em 2020, as autoridades locais indonésias decidiram interditar a famosa Ilha de Komodo, na Indonésia, com o intuito de preservar e salvar os pouco mais de 1500 Dragões Komodo que habitam na ilha ou, mais precisamente, no Parque Nacional de Komodo, considerado Património da Humanidade pela UNESCO. Em 2025, o Parque reabriu aos visitantes mas com regras especificas que visam proteger a espécies ameaçada ee também a biodiversidade da ilha.

Dragão Komodo

Atualmente ameaçado, o Dragão Komodo tornou-se a maior atração do parque, criado com o objetivo de proteger este animal, as florestas e os recifes de coral.

Dragão Komodo
Dragão Komodo

Após a interdição, o reabrir do parque implica que os visitantes respeitem regras e a sua visita é condicionada. Existe um numero reduzio de turistas por dia que podem visitar a ilha acompanhados por guias/rangers e as viagens de barco para lá chegar terão de ser oficiais e seguir as normas das autoridades. Para visitar a ilha é necessário pagar um fee de entrada, que regra geral eestá incluido nas visitas.

Parque Nacional de Komodo

Para os que querem descobrir as maravilhas subaquáticas, o lugar de mergulho em Ratu Bolong está limitado a 20min por grupo. Esta medida pretende proteger o frágil ecossitema marinho.

Por isso, para visitar esta preciosidade da natureza, a primeira coisa a ter em conta é antecipar a sua reserva, perguntando à sua agência por empresas locais certificadas que garantem seguir todas estas regras. E depois basta levar consigo uma boa dose de consciência ambiental, respeito pela natureza e claro calçado confortável e seguir as instruções dos guias.

“Se não devolvermos aos dragões o seu habitat, ele vão-se extinguir nos próximos cinquenta a cem anos.”

Vice-governador da província insular da Sonda Oriental
Dragão Komodo

Turismo na vida selvagem, mas consciente. Por amor à natureza e ao Dragão Komodo.

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