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City break – Lisboa

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Esteja onde estiver, fim de semana significa o tempo ideal para fazer uma estadia de curta duração numa cidade, dentro ou fora do próprio país. É o chamado city break e nos últimos anos, com as viagens cada vez mais acessíveis e uma maior oferta de alojamento local, tornou-se uma tendência com bastante adesão.

Mais do que nunca, hoje existe uma enorme afluência de turistas um pouco por todo o mundo, composta essencialmente por pessoas que valorizam o enriquecimento pessoal que se ganha em cada viagem, ao explorar o potencial de cada cidade.

Comecemos por Lisboa

Eleita pela primeira vez “Melhor Destino para ‘City Break’ do Mundo”, Lisboa é uma cidade pela qual as pessoas se encantam facilmente. Com o rio Tejo sempre por perto, Lisboa faz-nos sentir que estamos próximos de tudo. Talvez por ser uma cidade pequena onde se circula facilmente de metro, autocarro ou elétrico.

É num cenário onde a luz é constante, que a Lisboa antiga se dá a conhecer entre os inúmeros bairros, escadarias, miradouros, elevadores, mercados típicos, mas renovados, jardins e um património cultural composto por museus, igrejas e monumentos. Este é também um cenário bastante colorido pelas várias tonalidades características dos telhados dos prédios e fachadas de azulejos.

Atualmente, o seu lado antigo com mais de 20 séculos de história, conjuga-se com um lado moderno onde se privilegia a cultura, o lazer e a gastronomia. Existindo a vontade e oportunidade de passar um dia ou dois nesta capital, o ideal será definir atempadamente os principais locais a visitar.

O QUE VISITAR

Localizados na mesma zona, junto ao rio, poderá encontrar alguns dos monumentos mais emblemáticos da cidade de Lisboa: Mosteiro dos Jerónimos – classificado como “Património Mundial” pela Unesco, Padrão dos Descobrimentos e Torre de Belém.

Na zona mais antiga da cidade, sugerimos alguns pontos de interesse que poderá conhecer num único trajeto: Castelo de São Jorge, bairros da Mouraria e de Alfama, Sé de Lisboa, Baixa Pombalina, Terreiro do Paço, Chiado, Bairro Alto e Rossio.

Parque das Nações – Na zona leste da cidade, poderá encontrar o Parque das Nações, com vários espaços verdes e exemplares de arquitetura moderna como o Pavilhão de Portugal e outros edifícios ao redor, o magnífico Oceanário de Lisboa e uma telecabine para desfrutar da vista sobre o Parque e o rio Tejo num percurso com mais de 1000 metros.

Sintra – Embora localizada nos arredores de Lisboa e no centro das colinas da Serra de Sintra, sugerimos que visite este lugar de clima fresco, mas romântico. É uma vila repleta de quintas e casas senhoriais, palacetes e jardins decorativos, bosques e fontes, conventos, igrejas, capelas e vários trilhos para explorar.

Para conhecer, destacamos o Castelo dos Mouros, a Quinta da Regaleira, o Cabo da Roca e ainda o Palácio da Pena, um monumento colorido rodeado por pinhais da região que se mantém conservado no seu interior para deslumbramento dos visitantes.

GASTRONOMIA

Em Lisboa, é muito fácil saborear peixe fresco, cozinhado de várias formas, fazendo parte dos menus durante o ano inteiro. Atualmente, com a procura de novas experiências gastronómicas, poderá encontrar inúmeros restaurantes de cozinha nacional de internacional com excelente qualidade.

Pela cidade, encontrará várias pastelarias de fabrico próprio com uma grande oferta de doces e salgados, como é o caso da Confeitaria Nacional, onde poderá desfrutar de um café ou chá na companhia de um pastel de nata, um bom exemplo de doçaria típica.

QUANDO VISITAR

Ter pouco tempo para viajar implica saber aproveitar o que de melhor cada cidade tem. No caso de Lisboa, para desfrutar ao máximo a luz e um clima ameno, sugerimos que a visite na primavera ou no outono, evitando assim as temperaturas altas do verão ou bastante baixas do inverno.

Para quem é apreciador de festas, pode agendar uma visita em junho para os Santos Populares em homenagem ao Santo António (o santo padroeiro da cidade), São João e São Pedro.

Durante um mês inteiro, a cidade ganha mais cor e vida com as marchas populares, os arraiais animados pela música popular, o cheiro da sardinha assada e das febras que chega a vários recantos dos bairros mais típicos, os manjericos e as suas quadras, toda a decoração festiva que alegra as ruas e ainda a tradição dos Casamentos de Santo António que remonta a 1958.

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