Turismo consciente para se proteger o Dragão Komodo

Top Atlântico / Publicado a
Numa tomada de consciência, em 2020 as autoridades locais indonésias vão fechar a famosa Ilha de Komodo durante um ano ou mais, caso se revele necessário. A razão: salvar os cerca de 1.727 Dragões Komodo que habitam na ilha ou, mais precisamente, no Parque Nacional de Komodo, considerado Património da Humanidade pela UNESCO. Atualmente ameaçado, o Dragão Komodo tornou-se a maior atração do parque, criado com o objetivo de proteger este animal, as florestas e os recifes de coral. A proibição surge como um ato de grande coragem contra o excesso de turistas que se deslocam diariamente a Komodo, vindos de todo o mundo, e que inevitavelmente acabam por desequilibrar o ecossistema. Mesmo quando reabrir, a ideia será implementar novas medidas e restrições importantes para garantir a sobrevivência desta espécie.
“Se não devolvermos aos dragões o seu habitat, ele vão-se extinguir nos próximos cinquenta a cem anos.”

Vice-governador da província insular da Sonda Oriental

Turismo na vida selvagem, mas consciente. Por amor à natureza e ao Dragão Komodo.